Blame it on the movies!
[Para ler ao som de Regina Spektor - Fidelity]
E hoje eu finalmente compreendi o que está errado comigo:
aprendi a amar assistindo filmes.

Eu sempre espero que durmam na porta da minha casa para me reconquistar;

Eu sempre espero que mudem a minha vida em três dias;

Eu espero por alguém que saiba - exatamente - o que dizer para vencer qualquer resistência, qualquer medo que eu tenha.
E acabo me esquecendo que os filmes são ilusões. Aquelas que nós mais queríamos que pudessem se materializar. E que a função é fazer sonhar, sorrir e apenas isso. Porque na vida real mas pessoas simplesmente não fazem essas coisas.
Mas, honestamente? Se eu não posso ter, então, que não me mostrem. Isso tudo é extremamente frustrante.
aprendi a amar assistindo filmes.

Eu sempre espero que durmam na porta da minha casa para me reconquistar;

Eu sempre espero que mudem a minha vida em três dias;

Eu espero por alguém que saiba - exatamente - o que dizer para vencer qualquer resistência, qualquer medo que eu tenha.
E acabo me esquecendo que os filmes são ilusões. Aquelas que nós mais queríamos que pudessem se materializar. E que a função é fazer sonhar, sorrir e apenas isso. Porque na vida real mas pessoas simplesmente não fazem essas coisas.
Mas, honestamente? Se eu não posso ter, então, que não me mostrem. Isso tudo é extremamente frustrante.

5 comentários:
Hollywood deveria pagar minha terapia...
Concordo!
puxa, Mandy... meu coração chegou doer... de fato. Eu aprendi a amar com os poetas.. a maioria deles nunca amaram, só sonharam o que é amar... e continuamos essa ilusão!
Cecília.
puxa, Mandy... meu coração chegou doer... de fato. Eu aprendi a amar com os poetas.. a maioria deles nunca amaram, só sonharam o que é amar... e continuamos essa ilusão!
Você viu minha ignorância né? com esse trem de computador... mandei a mensagem duas vezes porque não sabia, inicialmente.. ¬¬ acho que agora aprendi.rsrs
É... os filmes tem mesmo essa desvantagem de arracancar a gente da realidade e nos fazer sonhar mais alto do que deveríamos... mas talvez essa seja a função deles. A vida está aí e infelizmente ela não é nenhuma super-produção cinematográfica e está repleta de falhas tecnícas e erros no script... mas sempre teremos o cinema como possibilidade de fuga.
Continuo achando o que você escreve o máximo. Beijos, moça.
Postar um comentário